segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Seja Feliz
Ame, desfrute, celebre, e você estará criando o céu — porque tudo que você é, se está contente, se é jovial, você compartilha: sua felicidade e sua alegria. Você só pode compartilhar aquilo que você é, e, quando o compartilha, repercute em você.
Essa é a lei. A vida reflete e ecoa tudo o que você lança na vida — vem de volta, mil vezes mais vem de volta.
Sorria, e a existência inteira sorri para você.
Grite e insulte, e a existência inteira grita e o insulta.
E você é a causa de tudo isso; você cria o processo inteiro.
Não é que a existência esteja interessada em gritar e insultá-lo.
A existência é neutra; ela simplesmente reflete, é um espelho.
Você faz uma cara feia, e vê uma cara feia no espelho; você sorri, e o espelho sorri.
Alex Lelis
Essa é a lei. A vida reflete e ecoa tudo o que você lança na vida — vem de volta, mil vezes mais vem de volta.
Sorria, e a existência inteira sorri para você.
Grite e insulte, e a existência inteira grita e o insulta.
E você é a causa de tudo isso; você cria o processo inteiro.
Não é que a existência esteja interessada em gritar e insultá-lo.
A existência é neutra; ela simplesmente reflete, é um espelho.
Você faz uma cara feia, e vê uma cara feia no espelho; você sorri, e o espelho sorri.
Alex Lelis
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
sábado, 26 de outubro de 2013
SABER VIVER
Saber Viver
Não sei... se a vida é curta
ou longa demais para nós,
mas, sei que nada
do que vivemos tem sentido,
se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
o colo que acolhe,
o braço que envolve,
a palavra que conforta,
o silêncio que respeita,
a alegria que contagia,
a lágrima que corre,
o olhar que acaricia,
o desejo que sacia,
o amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
não seja nem curta,
nem longa demais,
mas que seja intensa, verdadeira,
pura... enquanto
durar
(Cora Coralina )
Abordando Caetano
O Polêmico
e Misterioso Caetano
|
S
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empre se fala de Caetano Veloso no Brasil. Já ouvi
muito, discussão a valer, e as minhas deficiências interpretativas e um
conhecimento apenas formal de sua obra não me permitiam às vezes dar uma melhor
contribuição às conversas dos bares e lares.
“Enquanto
os homens exercem seus podres poderes...”
Nos idos dos 80 “viajávamos” muito em seus versos,
sons, alegrias. Suas irreverentes alegorias, seu amor enorme e confiança em si,
sua certeza desconcertante para os meninos saídos do segundo grau mexia com a
cabeça, o corpo, o coração. Odara demais? Não, curtíamos demasiadamente bem.
“...onde
não há pecado nem perdão.”
Comparava-se ele e Gil, quem era mais isso, menos
aquilo. Outros desaprovavam sua postura “apolítica”. Certa feita tive a
paciência de ouvir uma amiga “intelectual” chamá-lo de babaca. É autoridade pra
chuchu, né? Se o visse pela frente, a primeira coisa que faria seria atirar-se
em seus braços e tentar levá-lo para a cama. Se conseguisse o acharia o melhor
e mais inteligente homem do mundo...
Se soubéssemos o tanto que as antenas da raça – os
artistas - captam o futuro, não estaríamos a cultivar aboborinhas. Tudo bem. Há
muitos poetas Brasil afora, de todos os naipes e timbres. Mas não bebemos nas
mesmas fontes que Caetano, Gil, Chico Buarque, Chico César, Raul Seixas,
Vinícius de Moraes, Tom Zé, Djavan, Edu Lobo, Capinam, Fausto Nilo, Elomar,
Ronaldo Bastos, Taiguara.
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“...
tuas oficinas de florestas/ teus deuses da chuva...”
Cada macaco no seu galho. Ser crítico construtivo
não deve ser fácil. Os artistas em geral são extravagantes, não se incomodam
com o que se fala de negativo a seu respeito o mundo dos normais, mas a
genialidade já ganhou muitos tapas na cara, já tomou cicuta, já foi
guilhotinada, queimada na enorme fogueira das vaidades.
“Quem
cochicha o rabo espicha...”
Certa feita fomos surpreendidos pelo artista
plástico Evandro Salles de Brasília, cultor do zen-budismo, mostrando-nos suas
obras. Havia uma gravura retratando uma espécie de ritual dionisíaco, onde um
bando de homens e mulheres despidos desarrumavam-se um por cima do outro.
Evandro, após um questionamento político, responde com outra pergunta: “E você
acha que não existe nada de social nisto?” Alguns estudam psicologia para se
entender melhor. Jung dá-nos a impressão de ter sido estudado a fundo no Brasil
apenas pela psiquiatra Nise da Silveira no Rio e em escolas esotéricas. Muitos
crêem que tudo está na universidade, mas há outros tipos de universalidade...
Fernando Pessoa foi lido por Caetano Veloso. Muitos (?) leem Drummond,
Bandeira, Cabral, Castro Alves, Cecília Meireles, Florbela Espanca, Ana
Cristina César, Leminsky, Quintana, Manoel de Barros.
“...
como querer djavanear o que há de bom.”
Mas a compreensão de uma obra varia à medida do
cabedal cultural de cada um, sua estrutura emocional, experiência de vida,
senso crítico e aparelhamento espiritual, glandular. Se não entender bem pode
fundir a cuca, pois a arte é abstrata. Os equívocos, naturais. Mas desmerecer
um dos maiores artistas brasileiros,
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contribuição óbvia desde a década de 60 – e até
hoje – para a
transformação de comportamentos e enriquecimento da
arte e cultura pátria ou mátria ou frátria, com um palavrãozinho qualquer, é de
doer. O jornal New York Times, por exemplo, já teceu loas ao brasileiríssimo
Mr. Veloso umas quantas páginas. É colocado lá em altíssima cotação. Grammy’s
Premium.
“Não
me amarra dinheiro, não/ mas os mistérios...”
Estamos no Brasil. A gente cresce e amplia a visão
de mundo, o cabedal de cultura. Caindo e levantando, novos caminhos abrem-se,
novos pés tocam o mesmo chão e novos olhos iluminam o céu. Pois bem, muita
coisa dos versos em música fui perceber anos depois.
O cantor Jofran Frejat declarou imaginar que
Caetano conversou com um E. T. quando compôs a bela canção profética “Um
Índio”. Poderia ter conversado com o músico e eubiósofo suíço Smeták,
radicado em Salvador então, por que não?
Preocupei-me, certa vez, ao não entender o que ele
queria dizer na música “José”:
“...
o poço é escuro/ mas o EGITO resplandece/ no meu umbigo/ e o sinal que vejo é
esse/ de fado certo/ enquanto espero/ só comigo e mal comigo/ no umbigo do
deserto”
Um enigma, viagem num futuro desejado. Creio que,
feito outros gênios, ele captou uma mensagem dos registros akáshicos, extra-físicos.
Foi atingido no chakra coronal por um raio emitido pelo dedo mínimo de
Mercúrio. Ou não.
Luis César de Souza, in "Música Muda"
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
FEIRINHA DAS PULGAS
Realizada aqui em Fire City ontem 24out13, aniversário de Goiânia, no MundoQUINTAL, às 20 noturnas em diante, a Feirinha das Pulgas - Bazar de Trocas, organizada pelo Leonardo Potiguara. Participaram no palco o pessoal da Fraternidade OMNI, Willer, Marcelo Matos, um coral sambeado de meninas daqui de Piri, aquela cantora de samba-forró e o Quintal com gente advinda do niver da capital dos Goyazes, troca de pinturas, livros, discos, CDs, artesanato, roupas, etc. A presença tranquila do percussionista e compositor Eduardo Leal, radialista da cidade, o poeta Felix Garcia, o escritor, livreiro e também produtor cultural Luis César de Souza, autor do livro mais lido na cidade, "Música Muda" (à venda aqui e online), pessoal de Teatro de Bonecos e Feira de Trocas de Goiânia, o violonista Vaguinho (um pouco vago), Carol... o sol dessa noite, a lua semi-cheia, o vento, a fumaça lá fora, Verlaine (não é a reencarnação do poeta francês) e o cheiro da economia solidária, a moeda verde... Cartaz do Mestre Botega e sua arte popular brasileira. Gente bonita. Uma bela iniciativa que promete rolar todas as quintas lá no Quintal. Moicanos, beatniks, hippies, yuppies, deserdados do nirvana em geral, apareçam!
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Há um tempo...
CLASSIFICADOS 3
VENDE-SE UM Notebook Toshiba 9300, com 3 meses de garantia do técnico, por R$ 900,00. Tratar pelos fones: (62) 3331-3166 e 9127-9122.
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Bebericando a Madrugada
Bebericando a Madrugada
Escutando
a paz da chuva
Gozando
o dinamismo das nuvens
Saboreando
o novo no vento
Tocando
o crescimento das plantas
Cheirando
o espírito de mim
Alimentando
o silêncio.
Luis César de Souza,
in "Música Muda"
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
CLASSIFICADOS 2
Assistência Técnica e Manutenção em Computadores. Atendimento a domicílio em português, inglês, espanhol e alemão. Instalação de games. Tratar p/fone (62) 3331-3166 e 9962-2885.
domingo, 20 de outubro de 2013
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